segunda-feira, 10 de novembro de 2014

#1405



Gosto do cheiro que deixas comigo depois de me abraçares. De continuar a recordar-me de que aqui estiveste. De fechar os olhos e sentir-te junto a mim mesmo quando te ausentas.

Gosto do cheiro que fica na minha roupa. Do cheiro que fica no meu corpo. Entranhado na minha pele. Perdido pelo meu cabelo e pela minha almofada. Gosto de, quando aqui não estás, ainda te saber de cor.

Gosto do teu cheiro. Em mim.

domingo, 9 de novembro de 2014

#1404


Think you're all about me but I'm all about you
Turn the lights down let me show you it's true
Get a little taste of what I'm into
Think you're all about me but I'm all about you, you 

sábado, 8 de novembro de 2014

#1403



Ahhh... o abraço...
O encontro de dois corpos,
Dois corações batendo bem juntos,
Uma linda sintonia de almas!

sexta-feira, 7 de novembro de 2014

#1402


Tell me that you turned down the man
Who asked for your hand
'Cause you're waiting for me
And I know, you're gonna be away a while
But I've got no plans at all to leave

And would you take away my hopes and dreams and just stay with me?

All my senses come to life
While I'm stumbling home as drunk as I
Have ever been and I'll never leave again
'Cause you are the only one
And all my friends have gone to find
Another place to let their hearts collide
[Regular version:] Just promise me, you'll never leave again
[Acoustic version:] Just promise me, you'll always be a friend
'Cause you are the only one

Take my hand and my
Heart and soul, I will
Only have these eyes for you
And you know, everything changes but
We'll be strangers if we see this through
You could stay within these walls and bleed
Or just stay with me
Oh lord, now

All my senses come to life
While I'm stumbling home as drunk as I
Have ever been and I'll never leave again
'Cause you are the only one
And all my friends have gone to find
Another place to let their hearts collide
Just promise me, you'll always be a friend
'Cause you are the only one

I'm stumbling off drunk, getting myself lost
I am so gone, so tell me the way home
I listen to sad songs, singing about love
And where it goes wrong

All my senses come to life
While I'm stumbling home as drunk as I
Have ever been and I'll never leave again
'Cause you are the only one
And all my friends have gone to find
Another place to let their hearts collide
Just promise me, you'll always be a friend
'Cause you are the only one 

quinta-feira, 6 de novembro de 2014

#1401


Bom dia. Acordei com vontade de um beijo. De um único beijo, que preenchesse toda a nossa manhã. Um beijo no escuro, debaixo do cobertor que já apetece. Um beijo enrolado num abraço apertado. Um beijo enquanto as mãos afagam e acalmam. Enquanto as mãos acordam e provocam. Um beijo sussurrado ao ouvido e gritado no pescoço. Um beijo mordido nos lábios. Um beijo arrancado com paixão e desejo e acalmado com amor e ternura.

Um beijo. Dado na alma. Com alma e com vontade.
Um beijo. Um beijo só.

terça-feira, 4 de novembro de 2014

#1399


A nossa vida é uma sucessão de encontros e desencontros. Passam-nos pessoas pela vida todos os dias. Umas que nem damos por elas; outras com alguma notoriedade e outras que chegam e se instalam para ficar. E, quando ficam, nem significa que permaneçam junto de nós. Significa que permanecem dentro de nós!

Há os que até longo tempo permanecem por perto, mas que quando se vão embora nem damos por isso. Talvez porque nunca estivemos verdadeiramente junto deles. Ou eles junto de nós. Que passam, não deixam marca e, provavelmente, não ficam marcados.

Mas há os que nos marcam para a vida. Aqueles que, passe o tempo que passar, continuarão a ser uma parte indivisa do nosso interior. Que se ausentaram fisicamente, mas que se esqueceram de si mesmos dentro do fundo de nós. Gente que se foi embora e não se levou consigo. Gente que amamos profundamente pela continuidade do tempo. Gente longe que permanece perto. Gente que está fora que guardamos dentro. Gente que não se deixa ausentar.

Gente. Tu. E eu.

domingo, 2 de novembro de 2014

#1397


Podemos achar que já amámos alguém. Mas depois chega quem nos faz entender que afinal não era amor. Que afinal era assim um gostar quentinho, mas não era amor. Que era um sítio confortável, mas não era amor. Era um estou-aqui-mas-podia-estar-ali. Era assim qualquer coisa a que nos habituámos. Era...

Depois vem quem nos tira o chão. Quem nos inquieta a mente. Quem nos troca as respostas que tínhamos para a vida. Quem nos faz olhar com outros olhos. Quem nos faz descobrir cheiros e ansiedades. Quem nos faz desinquietar a vida. Descobrir o vazio da falta do outro. Quem nos ensina a urgência e a saudade.
Isso é amor. Quente. Avassalador. Eterno. Não traduzível em palavras.

sábado, 1 de novembro de 2014

#1396



Estou cansada, meu amor. Emprestas-me os teus braços esta noite? Precisava de adormecer neles. Em sossego. Profundamente. Sem sequer sonhar. Adormecer neles e ficar protegida por toda uma vida. Apenas ficar e nada mais. Empresta-me também o teu beijo de boa noite. Devolvo-to embrulhado no teu sonho.

Dorme bem, meu amor.
Hoje, e sempre, os teus braços adormecem em mim.